Memorabilia

20/08/2006

Cinema é a maior diversão!


Aha! Uhu! A sessão é NOSSA!!!


Transamerica, ótimo filme...


...visto em ótima companhia...


... em clima de matiné no Estação Botafogo. A gente se diverte a valer!

 


Escrito por Flávia às 19h33
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31/07/2006

Pedro

Um ano sem Pedrinho. Difícil entender as razões de partidas tão precoces, tão sofridas.
Ficam as saudades, os votos de paz e conforto pra Deca e Ju e o desejo de estarmos
todos juntos novamente algum dia, guerreiro.

"Embora tenha passado por tudo que passei, não me arrependo dos problemas em que
me meti - porque foram eles que me trouxeram até
onde desejei chegar. Agora, já perto
da morte, tudo que tenho é esta espada, e a entrego para todo aquele que desejar seguir
sua peregrinação. Levo comigo as marcas e cicatrizes dos combates - elas são testemunhas
do que vivi, e recompensas do que conquistei. São estas marcas e cicatrizes queridas que
vão me abrir as portas do Paraíso. Houve época em que vivi escutando histórias de bravura.
Houve época em que vivi apenas porque precisava viver. Mas agora vivo porque sou um guerreiro,
e porque quero um dia estar na companhia Daquele por quem tanto lutei".

Guerreiro da Luz/John Bunyan


Escrito por Flávia às 23h18
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16/07/2006

Infinitude

 

Céu em cor de infinito,
tempo futuro,
liame-ouro em tons de prata,
belo horizonte
de hálito-vida e sobrevida,
no imortal de sempre.

Infinitude é felicidade plena,
de invisíveis segundos
e minuto-encanto.
Infinitude é doce-mel,
séculos de multi-séculos,
na emoção do amor.

Na infinitude, o hoje é mais.
Ontem e amanhã mandam sorrisos
e silenciam lembranças,
além do ser
e do não-ser.

Infinitude sim,
infinitude assim,
é gesto muito,
carinho prisma
de sentimento-luz,
na tecelagem-sonho
da mãe-criança.

Infinitude,
início e fim,
eterno bem!

 

Infinita infinitude/W. Arruda


Escrito por Flávia às 13h23
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02/07/2006

Depois de ter você...


The Kiss (Gustav Klimt)

Pra quê querer saber
Que horas são?
Se é noite ou faz calor
Se estamos no verão
Se o sol virá ou não
Ou pra que é que serve uma canção
Como essa?
Depois de ter você
Poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas?
Pra quê amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas
Depois de ter você...

(Adriana Calcanhoto)


Fenômeno, Zidane... Copa do Mundo para quê? :)


Escrito por Flávia às 19h30
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24/06/2006

Esse blog torce pelo Brasil!


Mulherada compenetrada no Brasil X Croácia e Ronaldinho míope: "Kaká casou virgem!"  


Elzinha, Tia Ana, Eu e Beta. Família que torce unida...


Um beijinho no melhor do mundo!


Zico X Parreira no Morro da Urca


"Bota o Biro-Biro!" Galera Cachaça Futebol Clube


Marcelo, o menino jingle


Brasil X Austrália na Suzy!  Povo animado e muita comidinha boa


Além de gato ele é sarado! "Decapita!!! Decapita!!!" rs


Pedim Paulim: o menor e mais fofo torcedor do mundo!!! 


Tensão pós gol do Japão


Mirmã!!!


2X0 pro Brasil, preguiça e brigadeiro


Escrito por Flávia às 11h31
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16/05/2006

In my angel's arms

Waiting on an angel

(Ben Harper)

 

Waiting on an angel

one to carry me home

hope you come to see me soon

cause I don't want to go alone

I don't want to go alone

 

Now angel won't you come by me

angel hear my plea

take my hand lift me up

so that I can fly with thee

so that I can fly with thee

 

And I'm waiting on an angel

and I know it won't be long

to find myself a resting place

in my angel's arms

in my angel's arms

 

So speak kind to a stranger

cause you'll never know

it just might be an angel come

knockin' at your door

knockin' at your door

 

And I'm waiting on an angel

and I know it won't be long

to find myself a resting place

in my angel's arms

in my angel's arms

 

Waiting on an angel

one to carry me home

hope you come to see me soon

cause I don't want to go alone

I don't want to go alone

don't want to go

I don't want to go alone

 


Escrito por Flávia às 12h14
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03/05/2006

Deixa chover

"...não tenho medo de chuvas tempestivas
nem das grandes ventanias soltas,
pois eu também sou o escuro da noite"

Clarice Lispector


Escrito por Flávia às 11h46
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17/04/2006

Um século, três... se as vidas atrás são parte de nós

O Vento
(Rodrigo Amarante)

Posso ouvir o vento passar
assistir à onda bater
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver
eu pensei que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar.
um século, um mês
três vidas e mais
um passo pra trás?
por que será?
...
vou pensar.

Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber
não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi, o vento leva!
não sei mas sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer
e isso por quê?
(diz mais)

Se a gente já não sabe mais
rir um do outro, meu bem
então o que resta é chorar
e talvez se tem que durar
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
um século, três
se as vidas atrás são parte de nós
e como será?

O vento vai dizer lento o que virá
e se chover demais a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois sorrir em paz.
(só de encontrar...)


Escrito por Flávia às 19h49
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05/04/2006

Lençóis

Isso tudo se chama Lençóis Maranhenses. Tão bonito... Uma vastidão, pedaço do paraíso. Lá em janeiro é assim: seco. Poucas são as lagoas onde se pode tomar banho. Dizem que os Lençóis alcançam de fato toda a sua plenitude em julho, mês das chuvas. Ótimo pretexto pra voltar e fazer fotos ainda mais bonitas.  


Escrito por Flávia às 21h49
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28/03/2006

"Cada tirinha é um tapa na cara"

Pros Malvados de André Dahmer todo dia é um dia de fúria. Altas doses de crítica social, humor negro e sarcasmo. Mas cuidado: é tão bom, mas tão bom que vicia.

"Há quatro anos André Dahmer trabalhava de ilustrador na redação de um jornal no Rio de Janeiro. Entre um trabalho e outro, desenhou dois mal traçados personagens que retratavam a imagem dos tempos corridos que ele vivia e o espanto que sentia diante da crueldade dos selvagens ambientes do mundo moderno. Na mesma época, surgiam os blogs e a possibilidade rápida de jogar idéias na internet. Dahmer decidiu se vingar de tudo que considerava errado. Fez algumas tirinhas com os personagens criados, abriu o blog e aceitou o conselho de um amigo que dizia que domínios bons tinham que ter até oito letras e nada de acentos ou cedilha. Surgia ali o www.malvados.com.br, um espaço onde diariamente eram publicadas as tiras com duas florzinhas que, para a surpresa do autor, conquistariam milhares de fãs, chamariam a atenção dos grandes portais da internet, seria publicado semanalmente no Jornal do Brasil e se tornaria uma das grandes revelações dos quadrinhos nacionais.Das mais de setecentas tiras, o livro é uma seleção das melhores, dos primeiros anos. Tiras que foram desenhadas em uma época que o Dahmer as considerava chulas, violentas e verdadeiras demais para serem publicadas um dia".


Escrito por Flávia às 21h52
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10/03/2006

Carmens

Flert Miranda, Lídice Miranda, Nana Miranda, Beta Miranda, Mari Miranda e Elzinha Miranda na concentração para a concentração.

Aqui temos ainda Flá Lora Miranda e Marcela Miranda. Bem, foi uma disputa apertadíssima: por inacreditáveis dois décimos a São Clemente (vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola pelo O Globo) perdeu o primeiro lugar do Grupo de Acesso para a Estácio de Sá. Mas a campeã de 2006 fez por merecer. Estava lindíssima também. Nós, Carmens, nos esbaldamos na avenida e prometemos repetir a dose ano que vem. Passistas, tremei!


Escrito por Flávia às 21h14
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25/02/2006

É hoje!

Primeira Escola de Samba da Zona Sul do Rio de Janeiro, a São Clemente em 2006 não quer menos que o 1º lugar do Grupo A. É o sonho de cada integrante estar no ano que vem mais uma vez entre as grandes do Carnaval carioca. Acredito que são enormes as chances de um campeonato graças ao enredo e ao samba de primeira. Hoje será minha estréia na escola de Botafogo, bairro onde nasci. Os ensaios foram ótimos e eu torço para que se repitam mais tarde na avenida a mesma energia e alegria. Que os Deuses do Carnaval estejam conosco!

DE GONZAGÃO A GONZAGUINHA:
EM VIDA DE VIAJANTE

(Rodrigo Índio, Naldo, Ricardo Góes, Fabio Rossi, Cláudio Filé)

"Lua" ilumina a minha escola
Pra fazer na avenida o mais bonito São João
Tem forró, maracatu, frevo, arte em argila
Num "estado" de paixão

Seu coração pernambucano bate forte de saudade
Que a "alma do sertão" resgatou
Transformando sonhos em realidade

Toca o fole sanfoneiro e encanta o mundo inteiro
Asa Branca quer voar!
Espalhando a semente, é do povo, é da gente
Abre o sorriso e vem cantar

Não dá mais pra segurar, amor!
Seu grito de alerta ecoou
Desceu do morro o poeta especial
Explode coração no carnaval

Cantar... e não ter a vergonha de ser feliz
Viver... na escola da vida um eterno aprendiz
Amar a mulher e a pureza da criança
No futuro há esperança
Com liberdade pra sonhar

Sangrando eu vou... eu vou...
Mergulhar com você no lago do amor
E lá no céu poder reviver
Mais uma linda turnê

Levanta a poeira, sou mais São Clemente
O preto e amarelo, orgulho da gente
Sacode bateria no compasso do Baião
Cantando Gonzaguinha e Gonzagão


Escrito por Flávia às 18h40
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21/02/2006

Love, the higher law

Foto: Rosa Bastos


Is it getting better
Or do you feel the same?
Will it make it easier on you now
You got someone to blame?
You say
One love, one life
When it's one need
In the night
One love
We get to share it
It leaves you, baby
If you don't care for it

Did I disappoint you
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without
Well, it's too late
Tonight
To drag your past out
Into the light
We're one
But we're not the same
We get to carry each other
Carry each other
One

Have you come here for forgiveness?
Have you come to raise the dead?
Have you come to play Jesus
To the lepers in your head?
Did I ask too much
More than a lot?
You gave me nothing now
It's all I got
We're one
But we're not the same
We will
We hurt each other
Then we do it again
You say

Love is a temple
Love, a higher law
Love is a temple
Love, the higher law
You ask me to enter
And then you make me crawl
And I can't be holding on
To what you got
When all you got is hurt

One love
One blood
One life you got
To do what you should
One life
With each other
Sisters, brothers

One life
But we're not the same
We get to carry each other
Carry each other
One

(One/U2)


Escrito por Flávia às 18h55
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13/02/2006

"O boi faz as estrelas se multiplicarem nas noites dos arraiais de São João"

Essas fotos foram tiradas no centro cultural Casa do Maranhão, um lindo sobrado do século XIX situado no novo Cais da Praia Grande, centro histórico da cidade.

"Os brancos trouxeram o enredo da festa; os negros, escravos, acrescentaram o ritmo e os tambores; os índios, antigos habitantes, emprestaram suas danças. E a cada fogueira acesa para São João, os festejos juninos maranhenses foram-se transformando no tempo quente da emoção, da promessa e da diversão. É nesta época de junho, que reina majestoso o Bumba-meu-boi.

O auto popular do Bumba-meu-boi conta a estória da Catirina, uma escrava que leva seu homem, o nego Chico, a matar o boi mais bonito da fazenda para satisfazer-lhe o desejo de grávida: comer língua de boi. Descoberto o malfeito, manda o Amo (que encarna o fazendeiro, o latifundiário, o "coronel" autoridade) que os índios capturem o criminoso, que, trazido à sua presença, representa a cena mais hilariante da comédia (e também a mais crítica no sentido social). Para ressuscitar o boi, chama-se o doutor, cujos diagnósticos e receitas estapafúrdias ironizam a medicina. Finalmente, ressurgido o boi e perdoado o negro, a pantomima termina numa grande festa cheia de alegria e animação, em que se confundem personagens e assistentes.

Com traços semelhante aos dos autos medievais, a brincadeira do Bumba-Meu-Boi existe em outras regiões do País, mas só no Maranhão tem três estilos, três sotaques, e um significado tão especial. É mais que uma explosão de alegria. É "quase uma forma de oração", servindo como elo de ligação entre o sagrado e o profano, entre santos e devotos, congregando toda a população.

O Bumba-Meu-Boi, na verdade, nasce de pagamento de uma promessa feita ao "glorioso" São João, mas nas festas juninas maranhenses também se rendem homenagens a São Pedro e São Marçal".


Escrito por Flávia às 20h58
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12/02/2006

Panacoatira

Vida difícil... Cervejinha + novos amigos + casa de praia e nada para fazer!


Escrito por Flávia às 23h07
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